quarta-feira, 16 de maio de 2018

HOSPITAL TIDE SETÚBAL É INVESTIGADO POR MÁ GESTÃO E NEPOTISMO

A Autarquia Hospitalar Municipal investiga irregularidades no Hospital Tide Setúbal, em São Miguel Paulista (zona leste), a pedido da Promotoria. Denúncias apontam má gestão da unidade, como possível desvio de próteses, nepotismo, agressão verbal contra conselheiros, falta de médicos na UTI, entre outras falhas. Em uma reunião realizada na sede da Promotoria dos Direitos Humanos na área da Saúde, em 9 de maio, foram apresentadas as denúncias.
A promotora Dora Martin Strilicherk determinou, então, que a Autarquia Hospitalar Municipal realizasse uma investigação própria e apresentasse o resultado até em 30 dias. Uma das queixas de conselheiros é de que problemas apresentados às instâncias superiores não eram levados à autarquia, por acobertamento ao diretor técnico-administrativo Mário Salviato. Resposta A Secretaria Municipal da Saúde, sob a gestão de Bruno Covas (PSDB), diz que já iniciou a apuração interna e, se constatada qualquer irregularidade, serão tomadas as medidas cabíveis. "Cabe esclarecer que a atual gestão da secretaria está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários ao Ministério Público de São Paulo". A Controladoria Geral do Município diz que foram instauradas sindicâncias para investigar possíveis irregularidades. Uma das denúncias tem referência à diretoria técnica do hospital. Sobre a internação em UTI, a secretaria diz que a capital conta com central de regulação que gerência a oferta e demanda. Os casos mais graves são priorizados. Sobre a denúncia de desvio de próteses, foi determinada a abertura de averiguação por parte da Autarquia Hospitalar Municipal. O parecer final será entregue ao Ministério Público. Já a paciente Maria de Lourdes da Silva segue no setor de emergência. O quadro é estável e não consta no prontuário a indicação para uso de sonda, mas a unidade irá apurar o caso. Os citados na reportagem foram procurados via assessoria de imprensa da secretaria e por telefone, mas não foram localizados. FONTE : William Cardoso do Agora

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