sexta-feira, 30 de maio de 2014

Psicóloga da seleção se preocupa com a falta de mobilização do povo: ‘Seria importante esse calor humano

Teresópolis - A tática da seleção brasileira para a conquista do hexacampeonato não passa somente pelos pés dos craques, mas também pelas 23 cabeças dos jogadores do técnico Felipão. A psicóloga Regina Brandão, com uma espécie de consultório temporário e informal na Granja Comary, vem há dois dias traçando o perfil individual dos atletas e, praticamente encerrado o trabalho, não esconde uma preocupação: a falta de mobilização popular ao redor de uma seleção que tem gana pelo título e pelo abraço dos brasileiros, até agora indiferentes à Copa do Mundo. — O fator emocional quando se joga em casa pode ter interferência — avalia Regina. — Jogar em casa pode ser bom ou ruim. É como acontece com os times: se joga em casa e ganha, é bom. Se perde, é ruim. Seria importante esse calor humano, mas as ruas não estão pintadas. O povo não se mobilizou. Já que não pode ter influência sobre a cabeça da população brasileira, Regina cuida da responsabilidade que lhe pertence: a seleção. Ela chegou à Granja com mais duas psicólogas, Aline Magnani e Gisele Silva, na última quarta-feira. Cada uma improvisou um consultório, ocupando três salas da concentração. Logo no primeiro dia, num árduo trabalho de meio-dia à meia-noite, o trio ouviu metade do grupo. http://extra.globo.com/esporte/copa-2014/psicologa-da-selecao-se-preocupa-com-falta-de-mobilizacao-do-povo-seria-importante-esse-calor-humano-12656613.html

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