segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mulher perde 27 quilos e doa parte de fígado para criança com câncer Tatiana descobriu que era a única doadora compatível com uma criança de 4 anos que poderia morrer a qualquer momento. Os dois não se conheciam.

oão tem 4 anos e tudo que aprendeu até hoje foi em casa, com a avó. Fantástico: Onde você quer ir? João: Pra escola. Dona Maria sempre fez o papel de mãe. Para ela, o menino é mais que um filho. “Ah, minha vida. Minha vida é este aqui, ó”, diz ela ao mostrar o neto. Uma das primeiras palavras que João aprendeu a pronunciar foi: “Forte”, ele conta. Forte, o menino precisou ser forte muito cedo. “É um guerreiro, por tudo que passou e ainda está vivo até agora.”, define a avó. João tinha 2 anos quando a família descobriu a doença: um tumor no fígado. “Eu caí dura na cadeira, eu acordei com um senhor me dando um copo d’água. Eu penso que se acontecer alguma coisa com ele eu não vou aguentar”, lembra Dona Maria. A mãe do menino, Juliana Aparecida dos Santos, que vivia longe, voltou para ajudar a cuidar do filho. “Ele veio, eu acho que, na minha vida para me ensinar as coisas”, ela diz. Fantástico acompanha luta desde abril Começava ali uma rotina de hospitais, exames e quimioterapia. Uma luta que o Fantástico acompanha desde abril. “Ele pesava 14 quilos quando descobriram a doença dele. Ele foi para 7 quilos. Perdeu metade”, conta a avó. “A localização, o local do fígado, o cirurgião não consegue tirar completamente.”, explica Juliana Dacorégio, oncologista. A única chance de salvar a vida de João era um transplante de fígado. “Ele pode morrer de uma hora para outra. Ele pode estar brincando ali e morrer. É urgente”, diz a avó. Em busca de uma doadora A primeira alternativa foi procurar um doador entre os parentes. A única pessoa da família compatível para doar o fígado era uma tia de João, mas ela descobriu que estava grávida e não pôde fazer a cirurgia. A esperança de encontrar um doador estava quase perdida. Desesperada, a avó do menino foi a uma igreja pedir oração para o neto. Foi lá que Tatiana e João se encontraram pela primeira vez. LEIA MAIS : http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/08/mulher-perde-27-quilos-e-doa-parte-de-figado-para-crianca-com-cancer.html

Quadras de parques têm piso e alambrados quebrados

Parte das quadras poliesportivas e campos de futebol dos parques municipais de São Paulo está com pisos quebrados e sem demarcação, além de ter alambrados quebrados, cujas pontas podem furar as bolas. O Agora esteve em 17 dos 32 parques municipais que têm essas instalações e constatou também que falta pintura e há lixo em alguns deles. Um dos problemas mais frequentes é o mau estado dos alambrados. Rombos nas telas e pontas de arame podem acabar com a diversão. "Só este ano já perdi três bolas", reclama o cabeleireiro Renilson de Aquino, 43 anos, frequentador do Parque do Piqueri, na zona leste. É o próprio usuário quem conserva a pintura da quadra do Piqueri, onde joga bola com o filho aos domingos. Resposta Por meio de nota, a SVMA (Secretaria do Verde e do Meio Ambiente) informou que a necessidade de reparos nos parques é determinada pelos administradores de cada local. "Os administradores dos parques realizam as vistorias nos equipamentos e, quando há necessidade de reparo, o Depave [Departamento de Parques e Áreas Verdes] é acionado", diz a nota da SVMA. A secretaria não informou, porém, com qual frequência os administradores realizam as vistorias. "As vistorias ocorrem constantemente pelos administradores e sempre que é identificada necessidade de manutenção os coordenadores do Depave são acionados para darem andamento no processo", disse a SVMA na nota. Segundo a SVMA, cidade de São Paulo tem 99 parques municipais, dos quais 64 têm quadras poliesportivas ou campos de futebol. FONTE : Fabio Pagotto do Agora Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta segunda, 1º de setembro, nas bancas

Jovem reúne R$ 4,5 milhões para retirar plásticos dos mares do planeta Iniciativa começou quando jovem holandês tinha 16 anos. Há quatro anos no projeto, Boyan criou sistema de limpeza que não ameaça os animais.

É um garoto que, como tantos outros, sonha mudar o mundo, fazer com que ele fique um pouco melhor. A diferença é que milhares de pessoas, inclusive cientistas e professores universitários, acreditam que ele vai conseguir. E a tarefa é gigantesca: limpar os mares do planeta de um dos piores poluentes: o plástico. Várias soluções já foram pensadas e abandonadas: eram difíceis ou caras demais. Usar redes, por exemplo, poderia liquidar com a vida marinha. Até que Boyan surgiu com sua ideia inovadora. Quando se tem uma boa ideia, nenhuma tarefa é grande demais, nada é impossível. Boyan decidiu limpar os oceanos quando tinha 16 anos de idade. Hoje, apenas quatro anos depois, ele lidera uma equipe de 100 pessoas e recebe o apoio de gente de 150 países, uma multidão que o conheceu pela internet e embarcou no sonho dele. Ele conta que tudo começou quando estava mergulhando na Grécia. “Eu me dei conta de que havia mais plástico do que peixes na água. Depois de um ano, descobri um método, um jeito de limpar metade do lixo do Oceano Pacífico em dez anos”, conta Boyan. O próximo passo foi entrar na internet e apresentar a ideia a quem se interessasse. “Fomos inundados com 50 mil e-mails por dia de pessoas que queriam ajudar”, lembra o jovem. Para convencer as pessoas, era preciso mostrar que o projeto funcionava. Os primeiros testes foram feitos em uma piscina. Depois, no mar de verdade, em Portugal e no Havaí, nos Estados Unidos. LEIA MAIS ; http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/08/jovem-reune-r-45-milhoes-para-retirar-plasticos-dos-mares-do-planeta.html

Ditadura tirou Flávio Cavalcanti do ar por fazer sensacionalismo

No auge da repressão da ditadura militar, um programa líder de audiência foi suspenso durante 60 dias por divulgar a história de um homem que emprestou a mulher ao vizinho. Esta foi a situação vivida em 1973 por Flávio Cavalcanti (1923-1986), na atração que levava seu nome e fazia sucesso nas noites de domingo na Tupi, em guerra pela audiência com a Globo. Na época, a exploração de temas sensacionalistas já era amplamente utilizada. A suspensão ajudou a Globo, que estava para lançar o Fantástico. No dia 11 de março de 1973, lá estava Cavalcanti apresentando seu programa ao vivo. A atração atiçou a ira dos generais ao mostrar no polêmico quadro Flávio Confidencial a história desse homem, pai de cinco filhos, que havia ficado inválido e emprestou a mulher ao vizinho. Foi a gota d’água, já que os militares também estavam incomodados com a notícia que circulava envolvendo a proteção do apresentador à atriz Leila Diniz (1945-1972), perseguida pela ditadura. Logo após a exibição, a emissora foi avisada de que a Censura Federal queria a gravação para análise. Três ministros cuidaram do assunto: Higino Corsetti (Comunicações), Jarbas Passarinho (Educação) e Alfredo Buzaid (Justiça). Eles integravam uma comissão do governo que avaliava o nível da programação da televisão brasileira. LEIA MAIS ; http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/ditadura-tirou-flavio-cavalcanti-do-ar-por-fazer-sensacionalismo-4622

Lucas Lucco fala de seu primeiro DVD: "é realização de um sonho"